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A vida ao lado do meu irmão nada famoso
Na segunda-feira resolvi comprar um livro para o meu namorado, depois de tanta procura resolvi por fim da a biografia do John Lennon (The Beatles), além do meu namorado gostar de ler biografias ele adora The Beatles.
Talvez eu escreva a biografia do meu irmão ou quem sabe ele escreva a minha, melhor ainda quem sabe você ai que está lendo escreva a do seu irmão ou da sua irmã.
Não precisa de nome, não precisa de grandes textos o que precisa mesmo e de uma visão sincera de uma vida cheia de histórias que ninguém conhece, histórias ótimas para serem contadas.
Porém indo para casa naquele dia fiquei pensando que é facil falar de alguém que se é famoso, duvidei que alguém falasse por exemplo daquele irmão chato que nunca fez nada pra ninguém quanto menos para humanidade.
Pensei logo no meu irmão, irritante, chato e desligado do mundo.O título da biografia seria assim: 'A vida ao lado do meu irmão nada famoso.'
Acho que venderia muito mais do que a biografia da Madonna, afinal de contas são raras as pessoas que tem irmãos famosos porém as que tem irmãos anônimos tem aos montes, eu por exemplo tenho dois.Salve , Salve John Lennon.
Salve, Salve Madonna, mas eu acho que tem gente muito interessante por esse mundo que também merece ter a sua biografia escrita.Talvez eu escreva a biografia do meu irmão ou quem sabe ele escreva a minha, melhor ainda quem sabe você ai que está lendo escreva a do seu irmão ou da sua irmã.
Não precisa de nome, não precisa de grandes textos o que precisa mesmo e de uma visão sincera de uma vida cheia de histórias que ninguém conhece, histórias ótimas para serem contadas.
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Enquanto isso na faculdade um peixe, uma raiz e um bobo
Quarta-Feira, dia 19 de maio de 2010
21:20 pm
Aula de Empreendedorismo
Professor Roberto Primo
Professor deixa eu contar um caso que me aconteceu outro dia: Estava eu andando na rua quando de repente um camarada me aparou na rua e começou a conversar comigo como se me conhecia a tempos.
- E ai amigo, quanto tempo não te vejo. Como está o pessoal lá em cima?
Olhei com uma cara de que coitado ele me conhece mas eu não faço ideia de quem o cara seja.
- Lá em Itaipuaçu está tudo bem, os pescadores na mesma todos gente fina.
- Poxa, estou sem tempo de ir lá mas manda um abraço pra todos.
Ainda sem lembrar do cara continuei a agir como se nada tivesse esquecido.
- Claro pode deixar, agora vou nessa.
- Não espera ai tenho um presente pra você. Leva aqui essas pomadinhas e toma essa aqui de peixe elétrico que é afrodisíaco. Você passa na raiz e tudo vai funcionar perfeita mente.
Pensei eu: 'Afrodisíaco? Raiz? Peixe elétrico? que merda é essa?'
- Mas amigo essa do peixe eu não posso lhe da, ela custa 60 pratas e pra você eu faço por 30 só pra você me ajudar.
Como ele tinha me dado outras achei justo, na minha inocência pagar os trinta.
- Claro amigo, pra te ajudar.
Peguei as pomadas e andei alguns metros e percebi que fui enganado, fiquei com a maior cara de otário na rua e pior para ter certeza que fui enganado fiquei atrás de uma banca de jornal olhando o pilantra e lá estava ele fazendo a mesma coisa com outro cara. Fiquei puto mas pensei em seguida: 'A fiquei com essas pomadas vou usar isso hoje.'
Fui pra casa usar a pomada com a patroa, descobri o que era raiz e passei a pomada logo em seguida comecei a dança do acasalamento e rapaz a raiz começou a arder, corri pro banheiro para lavar e fiquei 3 dias com isso e pior ainda com vergonha de contar para minha mulher o que tinha acontecido.
História contada por: Marcus Sampaio
História contada por: Marcus Sampaio
Moral da história:
- Eu, Thais, quase morri engasgada de tanto rir na aula.
- Depois dessa o professor acabou com a aula pq a concentração era zero.
- Nunca use pomada de peixe elétrico.
- É fácil enganar o Marcus.
- Se alguém te parar na rua dizendo que te conhece e você não faz ideia de quem é o dito cujo, corra pq ele pode querer te vender uma pomada de peixe elétrico.
- E por ultimo se você tiver um marido, namorado bobo igual a esse cara conte lhe essa história e mande-o tomar cuidado quando falar com estranhos.
História verdadeira
Loucos e Santos
Escolho meus amigos não pela pele ou outro arquétipo qualquer, mas pela pupila.
Tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante.
A mim não interessam os bons de espírito nem os maus de hábitos.
Fico com aqueles que fazem de mim louco e santo.
Deles não quero resposta, quero meu avesso.
Que me tragam dúvidas e angústias e agüentem o que há de pior em mim.
Para isso, só sendo louco.
Quero os santos, para que não duvidem das diferenças e peçam perdão pelas injustiças.
Escolho meus amigos pela alma lavada e pela cara exposta.
Não quero só o ombro e o colo, quero também sua maior alegria.
Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto.
Meus amigos são todos assim: metade bobeira, metade seriedade.
Não quero risos previsíveis, nem choros piedosos.
Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não desapareça.
Não quero amigos adultos nem chatos.
Quero-os metade infância e outra metade velhice!
Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto; e velhos, para que nunca tenham pressa.
Tenho amigos para saber quem eu sou.
Pois os vendo loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de que "normalidade" é uma ilusão imbecil e estéril.
Tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante.
A mim não interessam os bons de espírito nem os maus de hábitos.
Fico com aqueles que fazem de mim louco e santo.
Deles não quero resposta, quero meu avesso.
Que me tragam dúvidas e angústias e agüentem o que há de pior em mim.
Para isso, só sendo louco.
Quero os santos, para que não duvidem das diferenças e peçam perdão pelas injustiças.
Escolho meus amigos pela alma lavada e pela cara exposta.
Não quero só o ombro e o colo, quero também sua maior alegria.
Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto.
Meus amigos são todos assim: metade bobeira, metade seriedade.
Não quero risos previsíveis, nem choros piedosos.
Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não desapareça.
Não quero amigos adultos nem chatos.
Quero-os metade infância e outra metade velhice!
Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto; e velhos, para que nunca tenham pressa.
Tenho amigos para saber quem eu sou.
Pois os vendo loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de que "normalidade" é uma ilusão imbecil e estéril.
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